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Sexta, 23 Maio 2014 00:00

Disco de matéria escura pode ter sido responsável pela maior extinção que pode ter ocorrido na face da Terra!

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Um estudo recente sugere uma nova e surpreendente explicação para a maior extinção que pode ter ocorrido na face da Terra. Dois físicos da Universidade de Harvard, Lisa Randall e Matthew Reece, sugerem que um disco fino de matéria escura, escondido dentro de galáxias ou muito próximo delas, seria o responsável por algumas das extinções em massa que ocorreram em nosso planeta, como a que exterminou os dinossauros.

Apenas um pequenino e delgado disco de matéria escura, que vaga periodicamente pela galáxia, pode estar por trás de colisões gigantescas de meteoritos, incluindo uma das extinções em massa mais incríveis de toda a história do planeta Terra: a dos dinossauros. E por mais que você possa estar torcendo o nariz e se perguntado "que tipo de brincadeira é essa?", a teoria abaixo é uma novíssima hipótese teórica que vem sendo proposta por uma dupla de cientistas da universidade de Harvard.

Segundo uma publicação feita no site de uma das revistas científicas mais importantes do mundo (a Scientific American), Matthew Reece e Lisa Randall, cientistas teóricos da Universidade de Harvard, levantaram uma nova possibilidade sobre o polêmico tema.

Lisa Randall e Matthew Reece sugere uma nova e surpreendente explicação para a maior extinção que pode ter ocorrido na face da Terra. Um disco fino de matéria escura, escondido dentro de galáxias ou muito próximo delas, seria o responsável por algumas das extinções em massa que ocorreram em nosso planeta, como a que exterminou os dinossauros

Esse disco está no meio da Via Láctea e a atravessa por toda sua extensão – o Sistema Solar orbita o centro da galáxia e, ao fazê-lo, move-se para cima e para baixo, em um ciclo de aproximadamente 70 milhões de anos, que seria percorrido pelo disco a cada 35 milhões anos... Período esse que coincide com o ciclo de impacto de cometas sobre a Terra.

O ciclo de 35 milhões de anos também foi detectado no estudo de crateras encontradas no planeta. Mais especificamente, aqueles com mais de 20 quilômetros de largura e originados nos últimos 250 milhões de anos. Em comparação com os bombardeios de cometas aleatórios, seu modelo tem um coeficiente com razão de probabilidade 3, ou seja, possui uma coincidência três vezes maior que uma velocidade aleatória.

O fato é que alguém finalmente resolveu se posicionar com vigor a fim de tentar responder duas grandes questões entre os físicos. A primeira delas é levantar alguma informação mais pertinente sobre a matéria escura e a outra envolve a existência de uma frequência (ou não) na queda de meteoros na casquinha mais superficial de nosso planeta.

Uma explicação proposta para os fenômenos é que o Sol conta com algum tipo de estrela ou satélite, que ainda não teria sido detectada. Essa discreta companheira se movimentaria sob a influência da grande estrela amarela, mandando periodicamente alguns fragmentos de meteoros Sistema Solar adentro.

E essa pequena parte do controverso elemento seria capaz de gerar atração gravitacional suficiente para causar um incômodo na chamada Nuvem de Oort (que é uma novem teórica de asteroides gigantescos, situada nas bordas de nossa galáxia), causando quedas meteóricas em nosso planeta com uma frequência de aproximadamente 35 milhões de anos. Esse tempo também se refere ao período que o disco escuro leva para receber a passagem da oscilação de nossa galáxia, o que geraria o fenômeno.

Vale lembrar que a base desse estudo é especulativa, pois falta confirmar o padrão da frequência dos impactos dos cometas e a própria existência do disco de matéria escura. No entanto, Randall e Reece afirmam que a pesquisa é importante: "Estamos falando em transformar essa ideia meio doida em ciência, o que não significa que acreditamos 100% nela, mas que pode ser verdade, pode".

Esses números certamente são hipotéticos, mas boa parte de sua obtenção é proveniente de análises que envolvem registros e medições de crateras, em busca de um padrão nos acontecimentos.

E a existência desse disco escuro (que os pesquisadores denominaram de "dark disk") poderá ser testada dentro de pouco tempo em alguns observatórios astronômicos.

Enfim, parece que a ciência está avançando amplamente em discussões que podem revolucionar completamente os conceitos físicos atuais. Vamos continuar de olho e torcer para que esses 35 milhões de anos que seriam necessários para a nova caída de meteoro estejam bem longe ainda...

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